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avô e neto
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A busca pelo equilíbrio corporal em prol de um envelhecimento saudável vem crescendo na rotina das pessoas, principalmente por conta das mudanças expressivas na expectativa de vida. É comprovado que a alimentação afeta diretamente a saúde e a longevidade, evidenciando que alterações dietéticas devem ser ajustadas de forma equilibrada para garantir uma maior qualidade de vida à população na maturidade.

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Zhao e Li (2016) realizaram um estudo para avaliar os perfis de metabólitos e elementos em idosos centenários saudáveis, testando a hipótese de que haveria traços distintivos de certos metabólitos associados à ingestão de nutrientes específicos. Para isso, os pesquisadores realizaram uma análise criteriosa destes componentes na amostra escolhida. Segundo a literatura levantada pelos pesquisadores, os níveis de metabólitos são indicadores de doenças inflamatórias que podem comprometer a saúde do indivíduo de forma significativa. Evidências científicas mostram que ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), como ácido butírico, podem reduzir o risco de doenças gastrointestinais e exercem papel essencial na imunomodulação. Ainda, outros estudos mostraram que micronutrientes como manganês, selênio e zinco são críticos no metabolismo durante o envelhecimento, além de ressaltarem que níveis elevados de manganês no cabelo de pessoas centenárias podem ser favoráveis à longevidade.

O estudo foi conduzido no distrito de Bama e Xixiangtang, na China. Teve divulgação por meio de uma distribuição de panfletos e sessões informativas na comunidade residencial dos dois locais. Os autores realizaram exames completos da comunidade de acordo com os dados do censo populacional, levantando os centenários saudáveis ​​e os idosos com idade entre 80-99 anos. Para garantir que cada participante fosse uma pessoa idosa relativamente saudável, foram adotados critérios de triagem. Durante o recrutamento, direcionam-nos ao preenchimento de um questionário sobre seu histórico médico para fornecer informações de saúde. O total de participantes que completaram o protocolo de estudo foi de 60 centenários e 30 idosos. Todos os procedimentos foram revisados ​​e aprovados pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade de Guangxi antes do início deste estudo.

Realizaram uma avaliação da qualidade da dieta por meio de registros alimentares consecutivos com duração de sete dias consecutivos. Durante a pesquisa dietética, todos os participantes foram obrigados a adotar o modo de jantar individual, e foram aconselhados a manter a alimentação habitual. Todos os alimentos e bebidas consumidos foram pesados ​​e registrados pelos pesquisadores treinados utilizando balanças eletrônicas, copos-medida e colheres. Para alimentos imensuráveis, foi utilizado o tamanho padrão da porção. Para controle de qualidade, 10% dos registros dietéticos foram revisados ​​e verificados por nutricionistas especializados em um site de pesquisa alimentar. Como resultado, os idosos centenários mostraram um padrão metabólico distinto. Foram identificados sete componentes característicos intimamente relacionados entre eles, incluindo ácido acético, AGCC total, manganês, cobalto, ácido propiônico, ácido butírico e ácido valérico, com concentrações significativamente maiores (p <0,05). Além disso, a ingestão de fibra alimentar foi positivamente associada ao conteúdo de ácido butírico na análise fecal (p <0,01). Esses achados sugerem que o padrão metabólico específico destes indivíduos pode ter uma influência importante e positiva na formação do fenômeno da longevidade. Ainda, observaram que ingestão elevada de fibras dietéticas e a modulação nutricional é um caminho promissor para a manutenção da saúde e progressão do envelhecimento saudável.

A suplementação de qualidade com elementos específicos para manter o equilíbrio corporal e os níveis destes metabólitos avaliados no estudo torna-se fundamental para reduzir o estresse oxidativo, potencializar a imunidade e minimizar processos inflamatórios, a fim de atingir uma expectativa de vida maior e um organismo mais longevo, até mesmo para pessoas que ainda não se encontram na faixa da terceira e quarta idades.

Referência

 

CAI, D. et al. Nutrient Intake Is Associated with Longevity Characterization by Metabolites and Element Profiles of Healthy Centenarians. Nutrients, v. 8, n. 567, p. 1-19, 2016.

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